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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Acordo Ortográfico

Em primeiro lugar gostaria de agradecer o facto de poder escrever aqui na Gazeta de Regadas, local onde nasci e cresci, sendo que apesar de morar em Braga há alguns anos, sempre tento manter-me actualizado acerca do que vai acontecendo aí.

Pouco se falou no novo acordo ortográfico, porém, em minha opinião, deveria ser devidamente explicado como vai ser a língua portuguesa a partir de agora. Depois de tentar perceber como é que realmente vamos passar a escrever, continuo com muitas dúvidas, pois ninguém responsável por esta mudança se dignou a explicar aos portugueses quais as palavras que vamos passar a escrever de maneira diferente e como se escrevem.

O português é de Portugal! Apesar de muitos povos falarem e escreverem português com o sotaque e diferenças de cada país, africanos e o Brasil, o português é nosso. Por que razão temos de mudar a nossa forma de escrever se a língua é nossa e se nós é que escrevemos bem português?

Temos de mudar a forma como escrevemos por causa de no Brasil existirem mais pessoas que em Portugal. Importamos telenovelas e agora vamos importar também a forma de falar e escrever.

Em meu entender, a forma como sempre escrevemos, como aprendemos na escola, é a mais correcta, com acentos e em que se percebe o sentido de uma palavra, porque se consegue ler com a entoação correcta. A língua portuguesa é a língua mais bonita do mundo, somos dos pouquíssimos países do mundo que tem a palavra “Saudade” e estamos a perder a nossa identidade para sermos cada vez mais confundidos com o Brasil. Quando perguntam aos estrangeiros se sabem falar português, eles dizem que sim e falam brasileiro.

Existimos como nação há mais de 850 anos e agora somos confundidos com o Brasil, um país nem com pouco mais de 200 anos de independência, isto porque os nossos governantes decidiram. Talvez não seria má ideia deixarem os portugueses de vez em quando tomarem algumas decisões, não concordam?

Gilberto de Sousa

(Escreve à segunda-feira)

MARÇO 2011 EM FAFE

Dia 5 - Carnaval

Desfile carnavalesco das escolas pelas ruas da cidade

Concentração às 14h30, na Praça Mártires do Fascismo

Dia 5 - Revista à portuguesa

"Vamos à Revista... Carago!" - Fundo de Cena - Companhia de Teatro do Norte

Teatro-Cinema de Fafe, 21h30

Preço: 5 €

Duração: 2h15 (com intervalo de 10')

Classificação: M/12

12 - Desporto

Prémio de Ciclismo Cidade de Fafe

- Prova de Abertura Nacional de Cadetes

Praça 25 de Abril, a partir das 10h00

(Promoção: Município de Fafe/Associação de Ciclismo de Fafe)

Dia 12 - Música

Recital de guitarra de Ricardo Barceló

Teatro-Cinema de Fafe, 21h30

Preço: 2 €

Duração: 70' (com intervalo)

Classificação: M/3

Dias 14 a 21 - Letras

2ªas Jornadas Literárias de Fafe sob o lema "Palavras com Liberdade..."

Programa principal:

Dia 14:

21h30 - Pavilhão Multiusos - Espectáculo de abertura - "Palavras com Liberdade"

Dia 15:

10h00 - Teatro-Cinema - Apresentação de "Murder at the Manor" pela Companhia de Teatro Inglesa Avalon Theatre Company

15h00 - Sala Manoel de Oliveira - Palestra: Saramago e a sua obra - Professora Cidália Fernandes

21h30 - Sala Manoel de Oliveira - Exibição do documentário "José e Pilar" - público em geral

Dia 16:

10h30 e 15h00 - Teatro Cinema - Auto da Barca do Inferno - pela Filandorra Teatro do Nordeste

21h30 - Biblioteca Municipal - À conversa com o escritor Moita Flores

Dia 17:

21h30 - Biblioteca Municipal - Apresentação de livro de poesia de Almeida Mattos, A Ilusão do Breve

Dia 18:

10h00 e 14h00 - Teatro-Cinema - "Deixem o sexo em paz" - Companhia de Maria Paulos

21h30 - Teatro-Cinema - Espectáculo As Palavras e o Tempo - Apresentação da obra Antigo & Futuro; Sarau Republicano - Um olhar sobre a República em Fafe

Dia 19:

21h30 - Pavilhão Multiusos - Espectáculo Memórias de um Povo (um trajecto sobre a cultura popular do concelho: as lendas, os usos e costumes, os utensílios, as danças, os trajes, a música, os sons, o pitoresco e muita história)

Dia 21:

Ao longo do dia - comemoração do Dia Mundial da Poesia: poesia na rua/Poesia à solta/O Jardim das Palavras/Festa das Palavras (diversas escolas e agrupamentos)

17h00 - Inauguração do Jardim das Palavras na Escola Secundária

18h00 - Biblioteca Municipal - Apresentação da obra colectiva O Prisma das muitas cores (poesia de amor de autores portugueses e brasileiros)

21h30 - Teatro-Cinema - Espectáculo de Encerramento "Ser Poeta é Ser mais Alto" - Entrega de prémios do concurso de poesia

Dia 26 - Música

Sean Riley & The Slowriders

Teatro-Cinema de Fafe, 21h30

Preço: 5 €

Duração: 75'

Classificação: M/6

Dia 27 - Dia Mundial do Teatro

"Fantoches que Contam Histórias com a História" - pelo Centro de Criatividade

Teatro-Cinema de Fafe, 16h00

Preço: 2 €

Duração: 50'

Classificação: M/3

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Regadenses visitaram a RTP...

Tiago Teixeira e Rafael Leite, ambos de Regadas, alunos da Escola Profissional de Fafe no curso Técnico de Multimédia (2.º Ano), visitaram as instalações da RTP em Lisboa, juntamente com os seus colegas, e estiveram presentes nas gravações do concurso Preço Certo. (Mais informações: EPFafe na RTP).

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Do meu ponto de vista

(impostos malditos)

“ Um imposto bom é coisa que não existe,” disse Winston Churchill. E eu acrescento que não só não existe, como é até uma consequência da falta de competência de quem o impõe.

Os impostos são sempre tanto mais elevados quanto maior é o grau de incompetência e de irresponsabilidade dos Governos.

Sempre foi muito importante os Governos serem constituídos por pessoas competentes, responsáveis e honestos, mas, nos tempos que correm, porque “as vacas estão tisicas,” é indispensável que sejam também muito criativas.

A criatividade pode ser responsável por aumentar muito as exportações… A falta de criatividade pode ser responsável por grandes desperdícios de dinheiro público, apesar das boas intenções…

Como exemplo de criatividade, peguemos nos 400 milhões prometidos pelo Governo, para promover as exportações, e usemo-los doutra forma: O Governo compra 400 milhões de bens às nossas empresas e põe á venda, á consignação e sem descontos, ou mesmo a pronto pagamento com descontos de 5% (?) nas “ lojas do mundo,” e, absorvidos esses bens, repete e repete e repete e, muito provavelmente, os 400 milhões, dezenas de vezes repetidos no ano, se transformarão em vários milhares de milhões em exportações.

Teríamos então os empregos a criar-se, a economia do País a fortalecer-se, os gastos do Governo com os subsídios a diminuir e… os impostos a baixar.

Como exemplo de falta de criatividade, vamos aceitando os… impostos exageradamente elevados!

Saudações d’amizade

Álvaro Teixeira

(Escreve à quarta-feira)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Do meu ponto de vista

(Sensibilidade… mecânica)

A caixa multibanco informou: “número máximo de notas a depositar: 30”, mas arriscamos, por eu não estar com tempo para esperar pela minha vez e depositamos as 41 que perfaziam o montante necessário… e a máquina aceitou!

Até as máquinas são mais sensíveis que os “chefes” de Fnanças ou de Segurança Social! – comentei, com o bancário que me ajudava.

“É verdade!” – sorriu, surpreendido, ele.

O que se passou com a senhora encontrada sem vida, mumificada, cujo óbito terá ocorrido vários anos atrás, na casa que já não lhe pertencia, porque, por falta de cumprimento com alguns deveres de contribuinte, (pudera, estava morta!) fora leiloada, é só uma consequência da forma “mecânica” como alguns “chefes” de instituições públicas nos tratam! (Se não formos parte das suas rodas de amigos!).

A instabilidade dessas criaturas deixam perceber (claramente) que o propósito é, muitas vezes, “tramar” o contribuinte “desconhecido”, (ou aquele que teve a coragem de questionar “sua excelência”…) para mostrar serviço e, então, (quantas vezes!) lá vai uma relevante comunicação “sem aviso de recepção”… porque dá jeito!

Começa a ser perigoso, para os portugueses, viver em… Portugal!

Continuemos a dar razão aos que nos catalogam de “gente de brandos costumes”, se nos são indiferentes os comportamentos imorais, os atropelos à ética…

Sejamos exigentes, subversivos até, com os insensíveis… e sensíveis com os justos, se queremos um muito mais acolhedor porvir.

Saudações d’ amizade

Álvaro Teixeira

(Escreve à quarta-feira)