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segunda-feira, 28 de março de 2011

Vamos ajudar a CERCIFAF... Não custa nada!

Exmos. Senhores

Pela primeira vez a CERCIFAF foi autorizada pelo Ministério das Finanças a receber 0,5% do IRS pago ao Estado pelos contribuintes em 2010. Para que tal aconteça, apenas terá de preencher o Quadro 9 do do anexo H da sua declaração de IRS (ver flyer anexo). Desta forma e sem qualquer encargo para si, está ajudar a CERCIFAF.

Passe esta informação aos seus familiares e amigos. No início da próxima semana poderá, se assim o entender, distribuir o documento que anexamos. Este estará disponível na Secretaria da Instituição.

Colabore, na divulgação desta iniciativa da CAFCERCI, através das redes sociais a que pertence.

A Direcção agradece.

José Luís Ribeiro

Mudança Governamental

Todos nós temos vivido nestes últimos tempos grandes ansiedades, nomeadamente devido à possível queda do actual Governo da República, que acabou mesmo por “cair” e como é normal começou a corrida para ocupar a vaga que acabara de ficar disponível. Com a declaração expressa do Primeiro-Ministro, agora demissionário, de como perante a situação parlamentar que lhe foi colocada não existiam condições de continuar a governar, teve início a verdadeira batalha campal que todos nós conhecemos como Campanha Eleitoral, onde já surgiram os primeiros feridos de guerra, que são, como sempre, os Portugueses.

Logo após o pedido de demissão apresentado pelo Primeiro-Ministro ao Presidente da República, acto este exigido pela Constituição da República Portuguesa, surgiram as primeiras declarações do presidente do principal partido de oposição de como não colocava de parte uma possível subida do IVA para 25%, isto é, uma subida de 2%. Tais declarações chocaram o país pois provinham do mesmo interlocutor que semanas antes declarara nos meios de comunicação social que o Governo deveria reduzir a despesa pública e não aumentar os impostos.

Analisando o que tal medida pode implicar na normal vivência dos portugueses conclui-se que todos os bens adquiridos sujeitos à taxa normal de IVA (a maior quantidade de bens), para uma família que tenha uma despesa mensal de € 100 nesse tipo de bens, que se traduz numa despesa anual de € 1.200, vai pagar mais € 24.

Com isto conclui-se que de nada vale criticar as medidas que são tomadas, se as medidas que a oposição se propõe a aplicar se afiguram como mais prejudiciais para os portugueses. No final de tudo isto, quem paga a factura somos todos nós.

Gilberto de Sousa,

(Escreve à segunda-feira)

domingo, 27 de março de 2011

Deixa Deus entrar...


O Padre Albano Nogueira, antigo pároco de Regadas, tem um canal no YouTube com alguns canticos de tema religioso. Para ver o canal consulte: http://www.youtube.com/user/AlbanoSousaNogueira

quarta-feira, 23 de março de 2011

Do meu ponto de vista

(A união faz a força)

O tempo que levamos enquanto união europeia deveria ser bastante para nos tornarmos nos Estados Unidos da Europa, (EUE), mas os populismos e calculismos políticos têm impedido que tal aconteça.

Já deveríamos estar a ver a Europa, (agora dos 27), a ser politicamente gerida por um Governo Central, que um Presidente lideraria… mas, por cá, ainda estamos na fase, retrógrada, de pensar dividir o nosso pequeno (geograficamente falando, claro) País em minúsculas regiões administrativas!

A geração (1 e 2) rasca da política, sem um pingo de respeito pela nossa inteligência, apregoa, cinicamente, que deve manter-se a soberania dos Estados… mas, vê-se, cada vez mais nitidamente, quem, de facto, manda…

E por acaso nós, portugueses, contribuímos com o nosso voto para a eleição de quem realmente manda! Não era preferível termos participado na sua eleição/ não eleição, mas para a Presidência dum Governo Central dos Estados Unidos da Europa?

Sou defensor duma União a sério, tipo EUA, como sou defensor até dos Estados Unidos do… Mundo, mas nunca para andar a estender a mão, na tentativa de vivermos bem sem nada fazermos por isso. Não, sou-o porque só vejo essa como a melhor fórmula de impedir a existência de tiranos, de ditadores e porque seria muito mais fácil acudir-se mais depressa a quem não tivesse alternativa à solidariedade alheia.

Se a União (séria) faz a força, por que esperamos?

Saudações d’amizade

Álvaro Teixeira

(Escreve à quarta-feira)

segunda-feira, 21 de março de 2011

Censos 2011

Nestes últimos dias, todos nós temos recebido visitas nas nossas habitações de representantes do INE (Instituto Nacional de Estatística), tendo como missão contar quantas pessoas existem em território nacional, quais as suas habilitações literárias e em que condições sociais vivem. Temos o dever civil de responder aos questionários que nos são entregues, emitindo sempre declarações verdadeiras, todavia, caso não o façamos, quem nos poderá obrigar a prestar essas declarações? Quem é que vai aferir da veracidade ou falsidade das mesmas? A minha resposta a tal questão resume-se a “Ninguém”, uma vez que não foi atribuída aos representantes do IE, nem ao próprio Instituto de Estatística qualquer tipo de poder de acesso aos nossos dados e informações pessoais, nomeadamente de acesso às nossas informações fiscais, civis ou patrimoniais.

É referenciado nos meios de comunicação social que todo o cidadão que, interpelado por um representante do IE, se recuse a preencher ou responder às questões que lhe são colocadas no questionário entregue (autorizado pelo Governo da República), pode ser sancionado com uma pena de multa. Tal facto não se reveste totalmente de veracidade, uma vez que o Instituto (nem mesmo o Governo), não possui autonomia nem capacidade judicial para aplicarem sanções penais (a multa é uma sanção exclusivamente penal), sendo necessário que o processo-crime dê entrada no Ministério Público correspondente e que o Tribunal Criminal decida a aplicação de tal sanção.

Em minha opinião, não deveria ser sancionado quem se recusar a preencher os questionários, uma vez que ninguém poderá obrigar ou sancionar quem prestar declarações falsas, deste modo, todas estas sanções são meras falácias, sendo qualquer cidadão livre de prestar as declarações que em seu entender são pertinentes e que poderão melhorar as condições de vida de todos nós. Enfim, é só uma “mera Estatística” que custou milhões ao Estado Português para nos contar… 1, 2, 3…

Gilberto de Sousa,

(Escreve à segunda-feira)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Do meu ponto de vista

(energia nuclear)

O recurso à energia nuclear é um erro. É um chamamento do apocalipse… para os responsáveis pelo erro e para os que não têm nada a ver!

O recurso à produção deste tipo de emergência tem de passar a ser autorizado, ou não por organismos Mundiais e principalmente, pelos países cujos povos ficarão sujeitos às consequências de desastres com os reactores.

O desastre de Chernobyl ocorrido em 26-4-1986, assustou o “Mundo”, mas, talvez porque as mortes então causadas se ficaram pelas dezenas de… “insignificantes” criaturas, de nada serviu!

Agora é o Japão, os japoneses e aqueles que os caprichos da natureza quiserem atingir, que sofrerão as consequências da radioactividade que os ventos se encarregarão de espalhar…

Um dia seremos nós, portugueses, que sofreremos os males que do nuclear espanhol nos chegue.

Sempre se disse que “ de Espanha, nem bons ventos, nem bons casamentos,” e se eu penso que se trata duma afirmação absurda, sem sentido, já não pensarei assim se qualquer acidente com o nuclear espanhol nos trouxer ventos inquinados com excessivos níveis de radioactividade.

Nuclear não, nem pensar.

Saudações d’amizade

Álvaro Teixeira

(Escreve à quarta-feira)