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sábado, 30 de abril de 2011

Do meu ponto de vista

(amigos… do inimigo)

O estado deplorável em que se encontra Regadas, principalmente as suas estradas, tem uma explicação muito simples: os regadenses, maioritariamente, elegeram para a gestão da Freguesia um grupo de amigos do pior inimigo de Regadas!

O Presidente da Câmara não precisava de se empenhar mais para demonstrar todo o seu desrespeito por Regadas, mas mesmo assim encontrou na Freguesia um grupo de “amigos” dispostos a aparar-lhe o jogo!

A Freguesia está cada dia que passa melhor, segundo a perspectiva do… Presidente da Câmara!

A construção do Centro Educativo, que só acontece porque a Câmara não tinha como continuar a fugir à sua realização, não apaga todo o desprezo de José Ribeiro a Regadas! E mesmo esta tão importante obra não se deve em nada à acção da actual Junta. Que fique bem claro.

A rua 10 de Junho, que, garantia o Eng. Jorge Teixeira, era “para começar muito em breve”, ou seja, ainda durante o último mandato da Junta a que presidi, tendo ele próprio sugerido e conseguido que o projecto fosse entregue a um gabinete privado, pela então urgência na realização e pela falta de resposta dos serviços municipais, está empatada porque… os amigos do inimigo ganharam! Mas que ganhou Regadas? O abandono desta e de muitas outras obras de extrema importância para a Freguesia!

Com a eleição de tantos “amigos” que enxameiam Junta e Assembleia, Regadas não precisa de mais inimigos.

Saudação d’amizade

Álvaro Teixeira

quinta-feira, 28 de abril de 2011

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Do meu ponto de vista

(Abril)

Liberdade, que bem que soa esta palavra!

Apesar de tudo valeu a pena a “Revolução.” Pela liberdade de expressão; Pela responsabilidade que cada um passou a ter na eleição daqueles que nos governam; Pela inquestionável melhoria na qualidade de vida da maioria dos portugueses; Enfim, valeu a pena.

Mas… (há sempre um mas!), que liberdade é esta que nos obriga a suportar as canalhadas de limitados mentais!?

Que liberdade é esta que nos faz sofrer duras consequências, causadas pela insana teimosia dum político!?

Que liberdade é esta que nos impõe a vontade de decisores estrangeiros!?

Que é que falta fazer para que a liberdade conquistada em Abril de 74 seja um bem a preservar sem quaisquer reservas?

A resposta é simples: Falta democratizar a liberdade!

Democratize-se a liberdade, acabando-se com o uso de arbitrariedades…que forçam a resignações.

Que liberdade tem os que se vêem forçados a desistir de direitos legítimos!

Afinal, falta cumprir-se Abril de 74.

Saudações d’amizade

Álvaro Teixeira

Festa de Aniversário da Zona Bowling em Fafe, no próximo Sábado

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Portugal partido ao Meio

Analisando as regiões do interior do País, constatamos que se encontra a desertificar, cada vez existem mais casas vazias e campos a ficarem baldios. Sem ninguém que habite aquelas regiões e, consequentemente, ninguém que cultive aquelas terras férteis e produtivas.

Vendo que o estado português nada faz para alterar esta situação, dando somente interesse à zona litoral do país, não demorará muitas décadas para que o interior do país se torne um verdadeiro deserto populacional. Sem criação de emprego, pois os custos para as empresas que lá se decidam instalar são elevados, juntamente com os mais jovens que tentam a sua sorte nas grandes cidades, já não contando todos aqueles que emigram para países que se encontram em melhores condições económicas que o nosso, o interior perde população e como não existem pessoas para trabalhar, as empresas não investem nestes locais, pois toda a mão-de-obra teria de ser deslocada. Como não existe desenvolvimento empresarial e económico, verifica-se uma diminuição da população, o que leva a uma fuga da população para as grandes cidades, verificando-se um ciclo vicioso.

São inúmeros os portugueses que tentam a sua sorte numa das “grandes cidades” do país, na esperança de um emprego que não tinham na sua região, de um emprego melhor, enfim, são inúmeras as razões que levam os habitantes destas regiões a abandoná-las na busca da concretização de um sonho.

Todavia, não vemos o estado português a combater a desertificação, pois existem cerca de 11 milhões de portugueses, concentrando-se no Centro Metropolitano de Lisboa 2.800.000 habitantes (Lisboa e Concelhos contíguos) e no Centro Metropolitano do Porto 1.000.000 (Porto e Concelhos Contíguos), isto é, 3.800.000 de pessoas na zona de Lisboa e do Porto (35% da população nacional). Será que com os Censos o País vai acordar para um interior adormecido e esquecido?

Gilberto de Sousa,

(Escreve à segunda-feira)