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domingo, 29 de maio de 2011

(Des[apontamentos esclarecedores])

1. … 25 de Abril… Era tempo de entregar os prémios aos participantes nos jogos da malha e da sueca. Estava presente o Presidente da Junta de então (eu) e um ex-Presidente. Eu sempre dispensei essas minudências, mas, todos sabem, ele adoraria ser convidado a posar…, mas “eles” revezaram-se… para a fotografia!

2. Festa da desfolhada… Doroso. Passei por lá, mas sem que a autoridade que eu representava tivesse sido convidada. Foi então que ouvi: “Será o Eng. Victor?” – Perguntava a outros dois um dos sabujos! Afinal não convidaram a Junta, mas convidaram alguém da Câmara!

3. Festas… S. Francisco. Não tiveram o cuidado de me avisar que me chamariam ao palco, mas aproveitaram a minha momentânea ausência para me chamarem!

4. Vai ser “lançada a primeira pedra” para a construção do (mini) Lar, disse-me… o Jornal de Notícias!

5. O Centro Educativo só está construído porque, para além de durante anos o reclamarmos, respondemos com a oferta do terreno à Câmara, como esta nos exigiu, mas as conspurcadas Junta e Câmara do momento querem apagar esse feito da história de Regadas!

São apenas alguns dos muitos exemplos dos desprezíveis comportamentos de alguém que muito considerava, mas que se revelaram… ordinarotes.

Resta-me desejar a todos, (os a quem a carapuça serve na perfeição), sucesso nas sacanices entre si.

Um abraço aos meus amigos.

Álvaro Teixeira

sábado, 21 de maio de 2011

A importância dum veto

O ditado diz: Se uma pessoa te chamar cavalgadura não ligues; Se duas pessoas te chamarem cavalgadura fica atento; Se três pessoas te chamarem cavalgadura dá um jeito na albarda.

Ora, se até as pessoas, (não uma, duas ou três, mas muitas, até da mesma “família” política), bem (in) formadas deste País nos dizem que José Sócrates não pode fazer parte da solução porque é a parte mais significativa do problema, como é possível que os portugueses, (segundo sondagens realizadas), admitam reelegê-lo 1º Ministro!?

Se José Sócrates fosse um sábio ter-nos-ia conduzido ao sucesso! E Portugal seria olhado do exterior como exemplo a seguir, mas não, ele, (com tanta experiência governativa!), transformou Portugal num pedinte! Num mau exemplo para o Mundo! E, pior que isso, levou a que os nossos sonhos de alcançar uma cada vez melhor qualidade de vida se transformassem no medo de dias tão negros que nos provocarão pesadelos terríveis!

Claro que merece o nosso perdão, pois, certamente, fez o melhor que sabia, mas não foi capaz de nos conduzir bem! E se não há certezas de que os outros nos conduzirão bem, há essa certeza: José Sócrates conduziu-nos mal! Dai a extrema importância de lhe vetarmos o poder de continuar a conduzir-nos, concentrando os nossos votos na alternativa melhor posicionada para o substituir.

Pensemos nisso, se nos queremos empenhados na (re) construção duma “ Nação valente e imortal…”

Saudações d’amizade

Álvaro Teixeira

quarta-feira, 18 de maio de 2011

GAZETA DE REGADAS, um projecto ganho

A GAZETA DE REGADAS é já uma referência internacional. A sua prestação tem ganho adeptos por esse mundo fora como comprovam as visitas, mas também tem outros que nos procuram para conseguir mais informações sobre determinadas ligações à Freguesia de Stº Estêvão de Regadas. Neste sentido, porque nunca existiu medo de sair do conforto para o confronto, estamos a prestar um verdadeiro contributo à cidadania. Porque não há espectáculo sem espectadores, nem blogs sem 'e-leitores'...

Obrigado por fazer parte deste projecto!

sábado, 14 de maio de 2011

A respeito de orgulho Nacional

Os nossos parceiros europeus estão renitentes em emprestar-nos dinheiro, mesmo sabendo que os juros a pagarmos rondarão os 6%!

Ora, com parceiros (amigos) destes, que só estão a fazer birra para ganharem mais uns cobres (é o que parece!) para que precisa Portugal de inimigos?

Aparentemente o Governo português fez um bom negócio, já que o dinheiro que outros credores vão emprestando ao País cobram juros bem mais elevados, mas o que posso concluir é que se trata de pura resignação à ganância da “tróica”!

Aceito que quem dita o juro seja(m) aquele(s) que empresta(m), mas é nestas alturas que o Governos dignos, (que é o que há muito nos falta!) simplesmente deveríamos reagir com um convincente: “ Meus senhores, se a taxa de juro exigida é essa, o acordo ficam sem efeito. Façam o favor de se retirar (do País!).

A prática da usura é sempre perversa, mas sendo a própria “família” a fazê-lo é vergonhoso!

Que os ingleses e finlandeses e todos os renitentes…”vão para o diabo sem nós, ou deixem-nos ir sozinhos para o diabo.” Juntos é que não!

Usemos as reservas d´ouro do País e todos os anéis (todo o ouro) de todos os portugueses, (em forma de empréstimo) para financiarmos o Estado, mas tenhamos a grandeza de nos desenrascarmos sem recurso às caras esmolas de perversos agiotas.

É muito mais barato e, acima de todo, é muito mais digno!

Saudações d’amizade

Álvaro Teixeira

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Dádiva de sangue

Amanhã, entre as 9h00 e as 12h30, no Centro Social e Paroquial de Regadas, realizar-se-á uma recolha de sangue pelo IPS - Porto com a organização do CLUB ALFA.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Fafe em crise??


Este vídeo, publicado pelo canal http://www.youtube.com/user/nosmovimento analisa os investimentos que a Câmara realiza e que faz questão de colocar em grandes cartazes...

quarta-feira, 11 de maio de 2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

DO MEU PONTO DE VISTA

(A minha renúncia)

A máscara caiu!

Os patolas usaram de todas as manhas e artimanhas, para denegrir a imagem de uma Junta digníssima, porque honesta, empenhada, criativa, que só não conduziu a nossa Aldeia a uma (perfeitamente possível) promoção devido ao empenho negativo do Presidente da Câmara, apoiado no seu desprezível propósito pelos seus compartes, alguns dos quais eleitos!

Afinal, a Junta goza de boa saúde financeira!

Fomos vilmente acusados de deixar uma colossal dívida, mas, tão pouco tempo passado e está tudo bem!

A máscara caiu, mostrando-nos as caras da mentira, da chantagem, do interesseirismo desregrado, da política subterrânea!

Esclarecida que está a mentira, renuncio ao cargo para que fui eleito, onde me mantinha apenas para defesa da honra da Junta a que presidi.

Espero que me perdoem todos os que me confiaram o seu voto, mas compreenderão que me era penoso ter de suportar a convivência com um grupo de políticos analfabetos.

Saudações d’amizade.

Álvaro Teixeira