Tentam convencer pessoas com já alguma idade que as notas de 50 euros vão cair em desuso. Depois, pedem que recolham as notas que tiverem para lhes entregar e que no dia seguinte uma representante da Segurança Social as procurará para restituir o valor recolhido.
Será importante que todas as pessoas sejam alertadas e que se faça chegar a informação às pessoas idosas, para que nunca entreguem dinheiro a ninguém. Pode ainda ser acrescentado que as instituições quando querem notificar as pessoas enviam cartas para que as mesmas se dirijam às suas instalações.
(Logo que possível serão fornecidas informações mais precisas)
terça-feira, 23 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
GAZETA DE REGADAS é referência bibliográfica no livro 'Símbolos de Jaboticabal' recentemente publicado no Brasil
A cidade de Jabotocabal foi fundada pelo regadense João Pinto Ferreira.
Mais informações em: Gazeta de Regadas | A história de um Povo ou http://www.jaboticabal.sp.gov.br
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
REGADAS - TERRA NATAL DE JOÃO PINTO FERREIRA
Luiz Carlos Beduschi
Ao elaborar, juntamente com o amigo Dorival Martins de Andrade, o livro Símbolos de Jaboticabal, a ser lançado em breve, uma das questões que levantamos foi a de saber como se encontra hoje a localidade onde nasceu João Pinto Ferreira.
Graças aos recursos da Internet, conseguimos estabelecer contato com o Prof. Pedro Miguel Teixeira Sousa, editor da Gazeta de Regadas. Foi a partir desse contato que obtivemos as informações de que necessitávamos.
Segundo consta de seu testamento, lavrado em 1853 e confirmado em 1857, João Pinto Ferreira nasceu e foi batizado na Freguesia de Santo Estevão de Regadas, que naquela época era uma das freguesias de Celorico de Basto.
Celorico de Basto é um concelho (município) que integra o Distrito (estado) de Braga, o qual, por sua vez, pertence à Região Norte de Portugal. Além de Celorico de Basto, outros treze concelhos compõem o Distrito de Braga, que, antigamente, integrava a tradicional Província do Minho.
Na época em que João Pinto Ferreira nasceu, o concelho de Celorico de Basto era composto por 35 freguesias (vilas), uma delas Santo Estevão de Regadas. Na atualidade, Celorico de Basto possui 22 freguesias.
A população do concelho de Celorico de Basto, segundo dados do censo de 2009, é constituída por 19.767 habitantes, apresentando densidade populacional de 109 habitantes/km2.
Celorico de Basto é um concelho predominantemente rural. A atividade agrícola dominou a ocupação das pessoas do concelho até finais do século passado.
A emigração também marcou o último século. Numa primeira fase, os celoricenses emigraram para o Brasil; nas décadas de 60 e 70, para a França e, mais tarde, para a Suíça.
Na atualidade, Celorico de Basto experimenta um processo de profundas mudanças. O panorama econômico tradicional sofre grande transformação.
O setor primário (agricultura), outrora dominante, é hoje praticamente residual. A produção de vinho verde, ao longo do Vale do Rio Tâmega, e a pecuária, que é praticada nas freguesias localizadas nas regiões montanhosas, marcam a atividade agrícola. A construção civil, o comércio e os serviços são hoje os setores empregadores do concelho.
A Freguesia de Santo Estevão de Regadas, onde João Pinto Ferreira nasceu e foi batizado, por força de disposições administrativas, em 1874, com a denominação de Regadas, passou a integrar o Concelho de Fafe.
A Freguesia de Regadas, terra de nascimento de João Pinto Ferreira, é um vale atravessado por um pequeno afluente do Rio Vizela, em cujas margens existem campos férteis, outrora bem cultivados. Legumes, frutas e cereais (principalmente o milho) eram as culturas cultivadas de forma tradicional.
A forma tradicional de cultivar a terra já desapareceu. Na atualidade, a agricultura que ainda subsiste é mecanizada.
Na Freguesia de Regadas existem pequenas indústrias de madeira, de meias e de estamparia, que dão sinais de um possível desenvolvimento industrial.
A construção civil e a indústria de calçado de Felgueiras, concelho vizinho da Freguesia de Regadas, absorvem quase toda a população economicamente ativa, principalmente a mais jovem.
Segundo dados de 2001, Regadas possui 4,88 km2 de área e 1.794 habitantes, o que lhe confere uma densidade populacional de 367,6 habitantes/km2.
A freguesia onde João Pinto Ferreira nasceu possui vários grupos culturais e recreativos, a saber: grupo musical “Os Castiços”; dois grupos corais, um para adultos e outro para crianças e jovens; a Associação “Guias de Portugal”, o Grupamento de Escoteiros de São Francisco de Assis e a Fraternidade de São Francisco de Assis.
Ficamos sabendo, também, que a Freguesia de Regadas realiza as seguintes festas tradicionais: Festa de São Francisco de Assis (no 3º domingo de junho) e a Festa do Senhor (no último domingo de julho).
Eis, em rápidas pinceladas, o atual perfil de Regadas, terra natal do português João Pinto Ferreira, considerado pelo Dr. Arthur Whitaker um sertanejo à brasileira - que se embrenhara no sertão para não mais voltar ao centro civilizado de onde havia partido.
Artigo publicado no jornal "O Combate", edição especial de 16 de julho de 2011, em comemoração dos 183 anos de fundação do município de Jaboticabal
Ao elaborar, juntamente com o amigo Dorival Martins de Andrade, o livro Símbolos de Jaboticabal, a ser lançado em breve, uma das questões que levantamos foi a de saber como se encontra hoje a localidade onde nasceu João Pinto Ferreira.
Graças aos recursos da Internet, conseguimos estabelecer contato com o Prof. Pedro Miguel Teixeira Sousa, editor da Gazeta de Regadas. Foi a partir desse contato que obtivemos as informações de que necessitávamos.
Segundo consta de seu testamento, lavrado em 1853 e confirmado em 1857, João Pinto Ferreira nasceu e foi batizado na Freguesia de Santo Estevão de Regadas, que naquela época era uma das freguesias de Celorico de Basto.
Celorico de Basto é um concelho (município) que integra o Distrito (estado) de Braga, o qual, por sua vez, pertence à Região Norte de Portugal. Além de Celorico de Basto, outros treze concelhos compõem o Distrito de Braga, que, antigamente, integrava a tradicional Província do Minho.
Na época em que João Pinto Ferreira nasceu, o concelho de Celorico de Basto era composto por 35 freguesias (vilas), uma delas Santo Estevão de Regadas. Na atualidade, Celorico de Basto possui 22 freguesias.
A população do concelho de Celorico de Basto, segundo dados do censo de 2009, é constituída por 19.767 habitantes, apresentando densidade populacional de 109 habitantes/km2.
Celorico de Basto é um concelho predominantemente rural. A atividade agrícola dominou a ocupação das pessoas do concelho até finais do século passado.
A emigração também marcou o último século. Numa primeira fase, os celoricenses emigraram para o Brasil; nas décadas de 60 e 70, para a França e, mais tarde, para a Suíça.
Na atualidade, Celorico de Basto experimenta um processo de profundas mudanças. O panorama econômico tradicional sofre grande transformação.
O setor primário (agricultura), outrora dominante, é hoje praticamente residual. A produção de vinho verde, ao longo do Vale do Rio Tâmega, e a pecuária, que é praticada nas freguesias localizadas nas regiões montanhosas, marcam a atividade agrícola. A construção civil, o comércio e os serviços são hoje os setores empregadores do concelho.
A Freguesia de Santo Estevão de Regadas, onde João Pinto Ferreira nasceu e foi batizado, por força de disposições administrativas, em 1874, com a denominação de Regadas, passou a integrar o Concelho de Fafe.
A Freguesia de Regadas, terra de nascimento de João Pinto Ferreira, é um vale atravessado por um pequeno afluente do Rio Vizela, em cujas margens existem campos férteis, outrora bem cultivados. Legumes, frutas e cereais (principalmente o milho) eram as culturas cultivadas de forma tradicional.
A forma tradicional de cultivar a terra já desapareceu. Na atualidade, a agricultura que ainda subsiste é mecanizada.
Na Freguesia de Regadas existem pequenas indústrias de madeira, de meias e de estamparia, que dão sinais de um possível desenvolvimento industrial.
A construção civil e a indústria de calçado de Felgueiras, concelho vizinho da Freguesia de Regadas, absorvem quase toda a população economicamente ativa, principalmente a mais jovem.
Segundo dados de 2001, Regadas possui 4,88 km2 de área e 1.794 habitantes, o que lhe confere uma densidade populacional de 367,6 habitantes/km2.
A freguesia onde João Pinto Ferreira nasceu possui vários grupos culturais e recreativos, a saber: grupo musical “Os Castiços”; dois grupos corais, um para adultos e outro para crianças e jovens; a Associação “Guias de Portugal”, o Grupamento de Escoteiros de São Francisco de Assis e a Fraternidade de São Francisco de Assis.
Ficamos sabendo, também, que a Freguesia de Regadas realiza as seguintes festas tradicionais: Festa de São Francisco de Assis (no 3º domingo de junho) e a Festa do Senhor (no último domingo de julho).
Eis, em rápidas pinceladas, o atual perfil de Regadas, terra natal do português João Pinto Ferreira, considerado pelo Dr. Arthur Whitaker um sertanejo à brasileira - que se embrenhara no sertão para não mais voltar ao centro civilizado de onde havia partido.
Artigo publicado no jornal "O Combate", edição especial de 16 de julho de 2011, em comemoração dos 183 anos de fundação do município de Jaboticabal
Incêndio em Arnozela arrasa vários hectares de terreno
O calor do Verão traz consigo a problemática dos incêndios e uma grande parte da freguesia de Arnozela viu os seus montes dilacerados pelo fogo. Segundo alguns habitantes, na noite de terça para quarta-feira a freguesia teve uma primeira frente em chamas que fora abafada com a rápida resposta dos bombeiros de Fafe. A tarde de quarta-feira voltou a ser assombrada por uma enorme presença de fogo que se alastrou a uma área muito extensa. Neste segundo dia, os bombeiros de Fafe foram auxiliados por uma equipa de Vizela.
Entre os problemas apontados pelos bombeiros verifica-se a falta de acesso para cortar o fogo no interior das matas e os montes que continuam a não merecer uma limpeza de forma a garantir que o fogo não se alastre.
Apesar de todas estas situações que poderiam evitar tantos danos, uma presença constante de vigilantes nas matas, em grupos de dois, não seria uma mais-valia para garantir um melhor controlo sobre os próprios incendiários?
quarta-feira, 20 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
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