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domingo, 27 de novembro de 2011

(Fim da circulação do dinheiro físico.)

O fim da circulação do dinheiro físico e a sua substituição pelos movimentos bancários através do(s) “dedo(s)” … não será possível?
Não será possível substituir o “multibanco” pela impressão digital para acedermos a uma(s) conta(s) bancária(s) e executarmos qualquer operação financeira?
Não será possível aos pais “carregar” o(s) dedo(s) do(s) filho(s) com a semanada habitual, em vez de lhe(s) dar uma quantia em dinheiro físico, que pode(m) perder ou ser-lhe(s) roubada?
Não seria (quase) 100% eficaz a cobrança de impostos se todos os pagamentos fossem feitos através do(s) dedo(s)?
Haveria “economia paralela” se todos os pagamentos fossem feitos pelo(s) dedo(s), através de simples terminais de pagamento, que todos os empresários, da indústria e/ou do comércio, teriam de ter, por ser a única forma de pagamento?
Claro que desta forma todos teríamos de ter conta bancária, pelo menos a partir da idade que nos “dá” direito à semanada, mas se a eficácia na cobrança de impostos seria quase absoluta, mesmo sem a necessidade de “fiscais”, não poderia o Estado suportar junto dos Bancos os custos de gestão das contas dos mais pobres?
Não será possível um acordo “global”, para que esta revolução aconteça em simultâneo do num grande número de Países, de forma a podermos circular pelo Mundo sem a necessidade de transportarmos qualquer quantia em dinheiro físico?
O fim da circulação do dinheiro físico não (?) teria só virtudes, mas evitaria muitos crimes: de roubo; de fuga ao pagamento de impostos; de falsificação de dinheiro; etc. Além disso pouparia muito o ambiente, pois a impressão de dinheiro, em notas, é responsável pelo derrube de milhões de árvores no Mundo!
“ Eu sei que nada sei” sobre se é possível acabar com a circulação do dinheiro físico, mas não valerá a pena pensar-se nisso com todo o empenho e seriedade?

Saudações d'amizade,
Álvaro Teixeira

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Locais de venda da obra ‘Conto por Conto’, onde se pode ler o conto de José Ribeiro

http://www.bertrand.pt/ficha/conto-por-conto?id=11822446

http://www.fnac.pt/Conto-por-conto-PEREIRA-ALBERTO-BORGES-ANABE/a530150?PID=5&Mn=-1&Ra=-1&To=0&Nu=3&Fr=0

http://www.wook.pt/ficha/conto-por-conto/a/id/11822446

http://www.bulhosa.pt/livro/conto-por-conto/

http://www.livapolo.pt/buscalivro/1/0/conto%20por%20conto

Letraria Especial - C.C. Miraflores

Almedina ArrábidaShoping - Vila Nova de Gaia

Almedina Atrium Saldanha - Lisboa

Almedina Estádio Cidade de Coimbra - Coimbra

Bulhosa Amoreiras - Lisboa

Bulhosa Campo Grande - Lisboa

Bulhosa Twin Towers - Lisboa

Bulhosa Campo de Ourique - Lisboa

Livraria Pó dos Livros - Lisboa

Bazar Lolita - Lixa

terça-feira, 22 de novembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

A Democracia quase perfeita

Do meu ponto de vista, por Álvaro Teixeira

O sistema democrático vigente está caduco!

A grande falha, que urge corrigir, é a ausência de poder do eleitor sobre o eleito por um período de tempo demasiado longo.

É tempo de responsabilizar mais o eleitor pela gestão do seu voto, criando condições para que troque de eleito quando quiser.

O poder do eleitor deve passar a ser equivalente ao do deputado, que pode abandonar a força política por que foi eleito e ingressar noutra…

Experimente-se dar ao eleitor o poder de se pronunciar trimestralmente, com a certeza de consequências na governação se durante três trimestres consecutivos for indicada a vontade, maioritária, de mudança.

A consequência pode ser a mudança de políticos na governação, ou mais três trimestres para os governantes do momento.

Deve acabar-se com as campanhas eleitorais como são : barulhentas; bajuladoras e enfadonhas, dando-se a cada pessoa que atinge a idade de eleitor a oportunidade de passar a atribuir o seu voto a quem entender.

Os meios de comunicação que temos chegam para promover candidaturas…mas deve haver sempre vontade e condições para mudar o que quer que seja.

Parece-me é que há urgência em criar-se condições para que só os mais honestos; capazes e competentes sejam eleitos e se mantenham no poder.

Saudações d’amizade

Álvaro Teixeira

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Este fim-de-semana em Fafe

SEXTA

DEBATE - Reorganização administrativa

Dia 18, sexta feira, pelas 21.30h, debate na Biblioteca Municipal sobre a reorganização administrativa. Comparece e analisa o comportamento e a opinião dos diversos políticos do teu concelho.

SÁBADO

Banda “Pólen”, de Hélder Reis, em concerto no Teatro-Cinema de Fafe este sábado


A programação do Teatro-Cinema de Fafe prossegue este sábado à noite, 19 de Novembro, com um concerto singular da banda “Pólen”, liderada pelo apresentador televisivo Hélder Reis, que conhecemos da “Praça da Alegria” (RTP1).

Os ingressos custam 5 euros cada e podem ser adquiridos nos locais habituais.

Os “Pólen” apresentam-se em concerto totalmente acústico, cantado em português. Um espectáculo que irá homenagear alguns dos melhores poetas portugueses, onde a música se cruzará com a palavra, como uma dança morna, íntima e solene. A sonoridade desta banda do norte deixará soar no palco de Fafe o jazz, o pop e o tradicional português.

O piano, violoncelo, guitarra, baixo, acordeão, percussão/bateria e voz fazem o convite para esta viagem pelos sentidos.

A composição da banda inclui Hélder Reis (voz), Paulo Freitas (piano), Fátima Neto (violoncelo), Hélder Gama (guitarra), Vitor Andrade (baixo) e Domingos Cardoso (bateria).

Hélder Reis, de 36 anos, no 2000 concluiu a licenciatura em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa, com a tese "O Sagrado na poesia de Sophia de Mello Breyner", sob a orientação de D. Carlos Azevedo. No mesmo ano inicia actividades no programa da RTPPraça da Alegria”, desempenhando as funções de assistente do programa.

Desde 2002 é apresentador/repórter no mesmo programa. Contudo já apresentou e co-apresentou diversos programas de televisão, e projectos paralelos.

Hélder Reis é também escritor e cantor. Foi em 1998 que a associação de Estudantes da Faculdade de Teologia editou o seu primeiro livro de poesia, Rostos de Mar. Em 2006 a Fundação Manuel Leão editou o seu segundo livro de poesia sob o título Branco, livro escrito em tinta e em braille.

Em 2010, concluiu a licenciatura de Jornalismo e Ciências da Comunicação da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e editou o seu primeiro conto infantil, A Aldeia da Casa Magia.

No início de 2011, publicou um novo livro para a infância, com o título Uma Lágrima chamada Sal.

MAIS UM CONCERTO MUSICAL A NÃO PERDER, PELOS ADEPTOS DA BOA MÚSICA PORTUGUESA E DOS ESPECTÁCULOS DE QUALIDADE!

(CMF - DCED)

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