13
DEZEMBRO
2011
Um aumento significativo nas exportações é o que precisamos para promover o emprego cá dentro e, assim, a produção de riqueza, que impulsionará a economia, a ponto de nos tirar da crise.
O objectivo deve por isso tornar-se um desígnio nacional.
O governo, que terá todo o interesse em ver o País vencer a crise que a todos (ou quase) afecta, deve chamar as empresas, ou os seus representantes, para lhes propor apoios consideráveis nas despesas incontornáveis que por si não suportariam.
E a despesa a suportar pelo Estado pode nem ser assim tão elevada, pois, bastará que sejam contratados os melhores “génios” em vendas, (poucos), para darem formação a subsidiados do desemprego, (muitos), a fim de termos cá dentro, (Portugal) e lá fora, (toda a Europa e…todo o Mundo) todas as empresas servidas por um (?) vendedor, que seria pago pelo subsídio de desemprego que já recebe, mais uma percentagem nos lucros. (a negociar entre cada empresa e subsidiado).
O Governo não fará nada de mais se suportar parte da despesa com deslocações, sempre que justificadas com resultados.
Uma boa coordenação do trabalho dos vendedores deve ser feita por um (ou mais) dos tais “génios”, que tratarão de ir aperfeiçoando a “empreitada”.
Esta ideia, que certamente só interessará às pequenas empresas, será sempre de relevantíssima importância, pois são milhares aquelas que se deparam com grandes dificuldades na hora de vender a sua produção.
A crise só será ultrapassada se todos “metermos mãos à obra”.
Saudações d’amizade
Álvaro Teixeira
“Qualquer dia faço uma asneira e vou prá beira do meu irmão, pra Guimarães. (Prisão de…). Ele lá tem cama e mesa e inda junta dinheiro!” (Ouvido num café.)
Ora, o Governo deste País tem duas opções: ou combate eficazmente o desemprego, criando condições para que as pessoas sem ele, e sem rendimentos doutra natureza que não seja o roubo, ganhem o bastante para terem condições, ainda que modestas, para “levarem a vida” por si ou abastece os “abrigos e bancos alimentares” de meios que lhes permita responder às carências de tantas almas.
Chegados ao ponto de cada vez mais pessoas considerarem a prisão como uma alternativa à falta de meios mínimos de alimentação e agasalho só pode resultar no aumento da criminalidade.
Os Governos sábios consideram os ricos, os remediados e os pobres da sociedade, deixando que uns enriqueçam, (desde que não pisem direitos alheios), aceitando que outros vivam com o conforto que rendimentos de desempenhos exemplares lhes permitem e criando condições para que ninguém caia na condição de mendigo.
Os Governos “limitados” gerem a sociedade com a gélida e morta” mão de ferro”, como alguém a quem a lei da gravidade, por distracção, deixou que voasse a consciência.
Saudações d’amizade
Álvaro Teixeira