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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Do meu ponto de vista: (O preço da nossa qualidade de vida)


A qualidade de vida dos regadenses, em Regadas, é (uma miragem) caríssima!
                A Câmara Municipal de Fafe, que até oferece alguma qualidade de vida a alguns munícipes a preços razoáveis, (50% de desconto em taxas e licenças de construções, além de estradas dignas), aos regadenses exige um preço altíssimo, (100% em taxas e licenças… além de estradas da era dos… caminhos romanos…). Ora, uma Câmara Municipal com alguma criatividade saberia “dar” muita boa qualidade de vida a todos os munícipes; nunca vendê-la e muito menos a preços tão condenavelmente desiguais.
                 Claro que a Junta do momento também não ajuda nada, (foi-se a internet quase gratuita; as aulas de canto e de música grátis, ou pelo menos a baixo custo; foram-se as sepulturas a 500 euros, mesmo com o grosso da despesa com as obras no cemitério feita, enfim, consequências da eleição da mediocridade!), pois, bastava um pouco de coragem e de verticalidade, (infelizmente eles não sabem o que é!) e seria fácil, mas, (até perante a incompetência gritante da Junta), a Câmara Municipal deveria saber gerir muito melhor os seus sucessivos orçamentos, como que duma empresa que tem de atribuir dividendos aos seus acionistas, todos, se tratasse. E em pouco tempo estaria preparada para, de alguma forma, devolver os valores pagos pelos munícipes em impostos, taxas, licenças, etc., de modo a tornar (quase) gratuita a qualidade de vida de todos.
                Há formas de o fazer, mas, parece-me, com os politicos(inhos) que gerem o Município e a Freguesia essa será sempre uma missão impossível.
                E os regadenses continuarão a contribuir com grandes somas de dinheiro, (que pena não saberem com quanto, pois, se soubessem, teriam consciência do tamanho do roubo a que estão sujeitos!), para a melhoria da qualidade de vida dos… outros!!!
Saudações d’amizade
                Álvaro Teixeira 

sábado, 10 de dezembro de 2011

Do meu ponto de vista: (Como aumentar as exportações)

Um aumento significativo nas exportações é o que precisamos para promover o emprego cá dentro e, assim, a produção de riqueza, que impulsionará a economia, a ponto de nos tirar da crise.

O objectivo deve por isso tornar-se um desígnio nacional.

O governo, que terá todo o interesse em ver o País vencer a crise que a todos (ou quase) afecta, deve chamar as empresas, ou os seus representantes, para lhes propor apoios consideráveis nas despesas incontornáveis que por si não suportariam.

E a despesa a suportar pelo Estado pode nem ser assim tão elevada, pois, bastará que sejam contratados os melhores “génios” em vendas, (poucos), para darem formação a subsidiados do desemprego, (muitos), a fim de termos cá dentro, (Portugal) e lá fora, (toda a Europa e…todo o Mundo) todas as empresas servidas por um (?) vendedor, que seria pago pelo subsídio de desemprego que já recebe, mais uma percentagem nos lucros. (a negociar entre cada empresa e subsidiado).

O Governo não fará nada de mais se suportar parte da despesa com deslocações, sempre que justificadas com resultados.

Uma boa coordenação do trabalho dos vendedores deve ser feita por um (ou mais) dos tais “génios”, que tratarão de ir aperfeiçoando a “empreitada”.

Esta ideia, que certamente só interessará às pequenas empresas, será sempre de relevantíssima importância, pois são milhares aquelas que se deparam com grandes dificuldades na hora de vender a sua produção.

A crise só será ultrapassada se todos “metermos mãos à obra”.

Saudações d’amizade

Álvaro Teixeira

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

(Quando a prisão é alternativa.)

“Qualquer dia faço uma asneira e vou prá beira do meu irmão, pra Guimarães. (Prisão de…). Ele lá tem cama e mesa e inda junta dinheiro!” (Ouvido num café.)

Ora, o Governo deste País tem duas opções: ou combate eficazmente o desemprego, criando condições para que as pessoas sem ele, e sem rendimentos doutra natureza que não seja o roubo, ganhem o bastante para terem condições, ainda que modestas, para “levarem a vida” por si ou abastece os “abrigos e bancos alimentares” de meios que lhes permita responder às carências de tantas almas.

Chegados ao ponto de cada vez mais pessoas considerarem a prisão como uma alternativa à falta de meios mínimos de alimentação e agasalho só pode resultar no aumento da criminalidade.

Os Governos sábios consideram os ricos, os remediados e os pobres da sociedade, deixando que uns enriqueçam, (desde que não pisem direitos alheios), aceitando que outros vivam com o conforto que rendimentos de desempenhos exemplares lhes permitem e criando condições para que ninguém caia na condição de mendigo.

Os Governos “limitados” gerem a sociedade com a gélida e morta” mão de ferro”, como alguém a quem a lei da gravidade, por distracção, deixou que voasse a consciência.

Saudações d’amizade

Álvaro Teixeira

domingo, 27 de novembro de 2011

(Fim da circulação do dinheiro físico.)

O fim da circulação do dinheiro físico e a sua substituição pelos movimentos bancários através do(s) “dedo(s)” … não será possível?
Não será possível substituir o “multibanco” pela impressão digital para acedermos a uma(s) conta(s) bancária(s) e executarmos qualquer operação financeira?
Não será possível aos pais “carregar” o(s) dedo(s) do(s) filho(s) com a semanada habitual, em vez de lhe(s) dar uma quantia em dinheiro físico, que pode(m) perder ou ser-lhe(s) roubada?
Não seria (quase) 100% eficaz a cobrança de impostos se todos os pagamentos fossem feitos através do(s) dedo(s)?
Haveria “economia paralela” se todos os pagamentos fossem feitos pelo(s) dedo(s), através de simples terminais de pagamento, que todos os empresários, da indústria e/ou do comércio, teriam de ter, por ser a única forma de pagamento?
Claro que desta forma todos teríamos de ter conta bancária, pelo menos a partir da idade que nos “dá” direito à semanada, mas se a eficácia na cobrança de impostos seria quase absoluta, mesmo sem a necessidade de “fiscais”, não poderia o Estado suportar junto dos Bancos os custos de gestão das contas dos mais pobres?
Não será possível um acordo “global”, para que esta revolução aconteça em simultâneo do num grande número de Países, de forma a podermos circular pelo Mundo sem a necessidade de transportarmos qualquer quantia em dinheiro físico?
O fim da circulação do dinheiro físico não (?) teria só virtudes, mas evitaria muitos crimes: de roubo; de fuga ao pagamento de impostos; de falsificação de dinheiro; etc. Além disso pouparia muito o ambiente, pois a impressão de dinheiro, em notas, é responsável pelo derrube de milhões de árvores no Mundo!
“ Eu sei que nada sei” sobre se é possível acabar com a circulação do dinheiro físico, mas não valerá a pena pensar-se nisso com todo o empenho e seriedade?

Saudações d'amizade,
Álvaro Teixeira

domingo, 20 de novembro de 2011

A Democracia quase perfeita

Do meu ponto de vista, por Álvaro Teixeira

O sistema democrático vigente está caduco!

A grande falha, que urge corrigir, é a ausência de poder do eleitor sobre o eleito por um período de tempo demasiado longo.

É tempo de responsabilizar mais o eleitor pela gestão do seu voto, criando condições para que troque de eleito quando quiser.

O poder do eleitor deve passar a ser equivalente ao do deputado, que pode abandonar a força política por que foi eleito e ingressar noutra…

Experimente-se dar ao eleitor o poder de se pronunciar trimestralmente, com a certeza de consequências na governação se durante três trimestres consecutivos for indicada a vontade, maioritária, de mudança.

A consequência pode ser a mudança de políticos na governação, ou mais três trimestres para os governantes do momento.

Deve acabar-se com as campanhas eleitorais como são : barulhentas; bajuladoras e enfadonhas, dando-se a cada pessoa que atinge a idade de eleitor a oportunidade de passar a atribuir o seu voto a quem entender.

Os meios de comunicação que temos chegam para promover candidaturas…mas deve haver sempre vontade e condições para mudar o que quer que seja.

Parece-me é que há urgência em criar-se condições para que só os mais honestos; capazes e competentes sejam eleitos e se mantenham no poder.

Saudações d’amizade

Álvaro Teixeira